Punção de epidídimo (extração cirúrgica de espermatozoides)

A punção de epidídimio é indicada quando não existem espermatozóides no esperma (azoospermia). Assim, a extração é feita diretamente do epidídimo (ducto microscópico pelas quais as células espermáticas produzidas no testículo atravessam).

Como é realizado o procedimento?

As técnicas de punção visam à coleta de espermatozoides, os quais, antes do procedimento de fertilização, passam por uma preparação para que os melhores, do ponto de vista da morfologia e da motilidade, sejam selecionados e utilizados. O procedimento pode ser feito sob anestesia local ou sedação e, normalmente, é realizado com o auxílio de uma seringa e agulha fina.

Para quem a punção é indicada?

A técnica costuma ser indicada para homens que possuem azoospermia — ausência de espermatozoides na ejaculação. Essa condição pode ser verificada nos resultados de espermogramas. A punção é feita como parte da técnica de reprodução assistida, quando há ausência de espermatozoides no ejaculado, acarretando na não fecundação do óvulo da mulher naturalmente.

Como funciona o pré e o pós-operatório?

No dia do procedimento, caso seja necessária a sedação, é pedido jejum de pelo menos 8 horas. A punção é indolor, já que o local se encontra anestesiado, mas pode haver algum desconforto no período que sucede a aspiração do esperma.

Na maioria das vezes, o paciente é liberado para casa ainda no mesmo dia. Recomenda-se apenas que se tenha cuidado com a região e se faça a aplicação de bolsas de gelo. Analgésicos orais podem ser administrados caso a dor persista.

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